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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Questões cósmicas por Carl Sagan na otica dos satélites artificiais

1. JÁ HOUVE VIDA EM MARTE? O planeta Marte é hoje um deserto congelado inteiramente seco. Mas em todo o planeta existe, claramente preservados, antigos vales de rios. Há também sinais de antigos lagos e até, quem sabe, de oceanos. Pela quantidade de crateras no terreno, podemos estimar aproximadamente a época em que Marte era mais quente e mais úmido. (O método tem sido calibrado pela formação de crateras em nossa Lua e pela datação radioativa das meias-vidas de elementos em amostras lunares recolhidas pelos astronautas da APOLLO.) A resposta é cerca de 4 bilhões de anos atrás. Mas 4 bilhões de anos atrás é justamente a época em que a vida estava surgindo sobre a Terra. Será possível que havia dois planetas vizinhos com ambientes muito semelhantes, e que a vida surgiu num deles, mas não no outro? Ou será que a vida nasceu no Marte primitivo, só para ser eliminada quando o clima misteriosamente mudou? Ou talvez haja oásis ou refúgios, quem sabe embaixo da superfície, onde algumas formas de vida subsistem até os nossos dias. Assim, Marte nos propõe dois enigmas importantes - a possível existência de vida passada ou presente e a razão de um planeta semelhante à Terra ter se fechado numa era glacial permanente. Essa última questão pode ter interesse prático para nós, uma espécie que está diligentemente agredindo seu próprio meio ambiente com muito pouca compreensão das conseqüências. Quando a VIKING pousou em marte em 1976, cheirou a atmosfera e descobriu muitos dos mesmos gases que existem na atmosfera da Terra - dióxido de carbono, por exemplo - e uma escassez de gases também prevalecente na atmosfera da Terra - ozônio por exemplo. Além do mais, a variedade particular das moléculas, sua composição isotópica, foi determinada, sendo em muitos casos diferentes da composição isotópica das moléculas comparáveis na Terra. Tínhamos descoberto a marca característica da atmosfera marciana. Ocorreu então um fato curioso. Meteoritos - rochas do espaço - tinham sido encontrados na camada de gelo da Antártida, pousados em cima da neve congelada. Alguns já haviam sido descobertos na época da Viking, outros foram descobertos mais tarde; todos tinham caído na Terra antes da missão Viking, muitas vezes dezenas de milhares de anos antes. Na limpa camada de gelo antártica, não foi difícil discerni-los. A maioria dos meteoritos assim coletados foi levada para o que nos dias da Apollo fora o Laboratório Receptor Lunar, em Houston. Mas os fundos de financiamento são muito escassos na NASA nos dias de hoje, e durante anos não se fez nem mesmo um exame preliminar em todos esses meteoritos. Alguns mostraram ser da Lua - um meteorito ou cometa causa impacto na Lua, espalhando rochas lunares pelo espaço, uma ou algumas das quais pousaram na Antártida. Um ou dois desses meteoritos provêm de Vênus. E, espantosamente, alguns deles, a julgar pela marca atmosférica marciana oculta em seus minerais, provêm de Marte. Em 1995-6, cientistas do Centro de Voo Espacial Johnson da NASA finalmente conseguiram examinar um dos meteoritos - ALH84001 -, que mostrou ser de Marte. Não parecia de modo algum extraordinário, assemelhando-se a uma batata amarronzada. Quando a microquímica foi examinada, descobriram-se certas espécies de moléculas orgânicas, sobretudo hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (PAHS). Em si, eles não são assim tão excepcionais. Estruturalmente, parecem os padrões hexagonais dos pisos de banheiro, com um átomo de carbono em cada vértice. Os PAHS são encontrados em meteoritos comuns, em grãos interestelares, e há suspeitas de que existem em Júpiter e Titã. Absolutamente não indicam vida. Mas os PAHS estavam arranjados de tal modo que havia maior quantidade deles nas partes mais profundas do meteorito antártico, sugerindo que não era contaminação de rochas terrestres (nem gases de automóveis), mas algo intrínseco ao meteorito. Ainda assim, os PAHS em meteoritos não contaminados não indicam vida. Outros minerais também associados com a vida na Terra foram igualmente encontrados. Mas o resultado mais provocador foi a descoberta do que alguns cientistas estão chamando de nanofósseis - minúsculas esferas ligadas entre si, como colônias de bactérias muito pequenas sobre a Terra. Mas podemos ter certeza de que não existem minerais marcianos que tenham forma semelhante? A evidência é adequada? Há anos venho frisando, em relação aos UFO's, que afirmações extraordinárias requerem evidência extraordinária. A evidência de vida em Marte ainda não é bastante excepcional. Mas é um primeiro passo. Que nos aponta outras partes desse meteorito marciano específico. Que nos guia para outros meteoritos marcianos. Que nos sugere a busca de meteoritos bem diferentes no campo de gelo da Antártida. Que nos indica que não deveríamos buscar apenas rochas profundamente enterradas, obtidas de um ou sobre Marte, mas rochas bem pouco profundas. Que nos impõe uma reconsideração dos resultados enigmáticos dos experimentos biológicos na Viking, alguns dos quais foram interpretados por certos cientistas como sinais da presença de vida. Que sugere o envio de missões espaciais para locais especiais em Marte, que podem ter sido os últimos a perder o calor e a umidade. Que abre todo o campo da exobiologia em Marte. E se tivermos a sorte de encontrar até mesmo um simples micróbio em Marte, termos a maravilhosa circunstância de dois planetas vizinhos, ambos com vida na mesma época primitiva. É verdade, talvez a vida tenha sido transportada de um mundo para o outro por impacto de meteoritos, e não tenha tido origem independente em cada um deles. Deveríamos ser capazes de verificar essa hipótese, examinando a química orgânica e a morfologia das formas de vida descobertas. Talvez a vida tenha surgido apenas num desses mundos, evoluindo separadamente em ambos. Teríamos então um exemplo de vários bilhões de anos de evolução independente, um tesouro biológico que de outra maneira seria inatingível. E se tivermos ainda mais sorte, vamos descobrir formas de vida realmente independentes. Os ácidos nucleicos são a base de sua catálise enzimática? Que código genético usam? Seja quais forem as respostas para essas perguntas, quem ganha é toda a ciência da biologia. E seja qual for o resultado, a implicação é que a vida pode ser muito mais difundida do que a maioria dos cientistas imaginaria. Na próxima década, muitas nações têm planos vigorosos de enviar a Marte naves robóticas que orbitem ao redor do planeta e pousem na sua superfície, levando veículos exploradores e penetradores do subsolo, com o objetivo de estabelecer os fundamentos necessários para responder a essas perguntas; e - talvez - em 2005 parta uma missão robótica para trazer de volta para a Terra amostras do solo e do subsolo de Marte. 2. TITÃ É UM LABORATÓRIO PARA A ORIGEM DA VIDA? Titã é a grande lua de Saturno, um mundo extraordinário com uma atmosfera dez vezes mais densa que a da Terra e composta principalmente de nitrogênio (como aqui) e metano (CH4). As duas naves espaciais norte-americana Voyager detectaram um certo número de moléculas orgânicas simples na atmosfera de Titã - compostos químicos com estrutura baseada em átomos de carbono que estão ligados à origem da vida sobre a Terra. Essa lua é circundada por uma camada opaca de névoa avermelhada, que tem propriedades idênticas às de um sólido vermelho-marrom fabricado em laboratórios, quando se aplica energia a uma atmosfera simulada de Titã. Quando analisamos do que é feito esse material, descobrimos muitos dos tijolos essenciais da vida na Terra. Como Titã está muito longe do Sol, qualquer água ali deve ser congelada - assim, é de se pensar que, na melhor das hipóteses, a lua é um equivalente incompleto da Terra na época da origem da vida. Entretanto, impactos ocasionais de cometas são capazes de derreter a superfície, e parece que boa parte de Titã esteve debaixo da água durante um milênio, mais ou menos, na sua história de 4,5 bilhões de anos. No ano de 2004, a nave espacial da NASA Cassini vai chegar ao sistema de Saturno: uma sonda de entrada chamada de Huygens, construída pela Agência Espacial Européia, vai se separar da nave e afundar lentamente na atmosfera de Titã até a sua enigmática superfície. Poderemos então ficar sabendo até onde Titã chegou no caminho para a vida. 3. HÁ VIDA INTELIGENTE EM OUTROS LUGARES? As ondas de rádio viajam à velocidade da luz. Nada viaja mais rápido. À frequência correta, elas passam sem problemas pelo espaço interestelar e pelas atmosferas planetárias. Se o maior telescópio de rádio/radar na Terra estivesse apontado para um telescópio equivalente num planeta de outra estrela, os dois telescópios poderiam escutar os sinais dum do outro, mesmo que estivessem separados por milhares de anos-luz. Por essas razões, os radiotelescópios existentes estão sendo usados para ver se alguém não está nos enviando uma mensagem. Até agora não encontramos nada de definitivo, mas têm ocorrido "eventos" para a existência de inteligência extraterrestre, à exceção de um: volta-se a virar o telescópio e apontá-lo para aquele pedaço do céu, minutos mais tarde, meses mais tarde, anos mais tarde, e o sinal nunca se repete. Estamos apenas no início do programa de busca. Uma busca realmente completa levaria uma ou duas décadas. Se a inteligência extraterrestre for encontrada, nossa visão do universo e de nós mesmos vai mudar para sempre. E, se depois de uma busca longa e sistemática não encontrarmos nada, teremos talvez calibrado um pouco da raridade e preciosidade da vida sobre a Terra. De qualquer modo, é uma pesquisa que vale a pena. 4. QUAL É A ORIGEM E O DESTINO DO UNIVERSO? Espantosamente, a astrofísica moderna está prestes a determinar percepções fundamentais da origem, natureza e destino de todo o universo. O Universo está em expansão. Todas as galáxias estão se afastando velozmente umas das outras no que é chamado de fluxo de Hubble, uma das três principais evidências de uma enorme explosão na época em que o universo teve início - ou, pelo menos, sua presente encarnação. A gravidade da Terra é bastante forte para atrair de volta uma pedra atirada para o céu, mas não um foguete com velocidade de escape. E assim acontece com o universo: se ele contém uma grande quantidade de matéria, a gravidade exercida por toda essa matéria vai diminuir e deter a expansão. Um universo em expansão será convertido num universo em colapso. E se não há bastante matéria, a expansão vai continuar para sempre. O presente inventário de matéria no universo é insuficiente para diminuir a expansão, mas há razões para pensar que talvez exista uma grande quantidade de matéria escura que não trai a sua existência emitindo luz, para a conveniência dos astrônomos. Se o universo em expansão se revelar apenas temporário, sendo finalmente substituído por um universo em contração, isso certamente criará a possibilidade de que o universo passa por um número infinito de expansões e contrações, sendo infinitamente antigo. Um universo infinitamente antigo não tem necessidade de ser criado. Sempre esteve ali. Por outro lado, se não há matéria suficiente para reverter a expansão, isso seria coerente com um universo criado do nada. Essas são questões profundas e difíceis que toda cultura humana tem de algum modo tentado enfrentar. Mas é só na nossa época que temos uma perspectiva real de desvendar algumas das respostas. Não por meio de conjeturas ou histórias - mas por observações reais, verificáveis, passíveis de repetição. Com sua formação multidisciplinar, Sagan foi o autor de obras como Cosmos(que foi transformada em uma premiada série de televisão), Os Dragões do Éden (pelo qual recebeu o prêmio Pulitzer de Literatura), O Romance da Ciência, Pálido Ponto Azul e O Mundo Assombrado Pelos Demônios: A Ciência Vista Como Uma Vela No Escuro. Escreveu ainda o romance de ficção científica Contato, que foi levado para as telas de cinema, posteriormente a sua morte. Sua última obra, Bilhões e Bilhões, foi publicada postumamente por sua esposa e colaboradora Ann Druyan e consiste, fundamentalmente, numa compilação de artigos inéditos escritos por Sagan, tendo um capítulo sido escrito por ele enquanto se encontrava no hospital. Recentemente foi publicado no Brasil mais um livro sobre Sagan, Variedades da experiência científica: Uma visão pessoal da busca por Deus, que é uma coletânea de suas palestras sobre teologia natural. Isaac Asimov descreveu Sagan como uma das duas pessoas que ele encontrou cujo intelecto ultrapassava o dele próprio. O outro, disse ele, foi o cientista de computadores e perito em inteligência artificial Marvin Minsky. Foi professor de astronomia e ciências espaciais na Cornell University e professor visitante no Laboratório de Propulsão a Jato do Instituto de Tecnologia da Califórnia. Criou a Sociedade Planetária e promoveu o SETI. Carl Sagan teve um papel significativo no programa espacial americano desde o seu início. Foi consultor e conselheiro da NASA desde os anos 1950, trabalhou com os astronautas do Projeto Apollo antes de suas idas à Lua, e chefiou os projetos da Mariner e Viking, pioneiras na exploração do sistema solar que permitiram obter importantes informações sobre Vênus e Marte.

Participou também das missões Voyager e da sonda Galileu. Foi decisivo na explicação do efeito estufa em Vênus e o descobrimento das altas temperaturas do planeta, na explicação das mudanças sazonais da atmosfera de Marte e na descoberta das moléculas orgânicas em Titã, satélite de Saturno. Ele também foi um dos maiores divulgadores da ciência de todos os tempos ao apresentar a série Cosmos em 1980. Recebeu diversos prêmios e homenagens de diversos centros de pesquisas e entidades ligadas à astronomia, inclusive o maior prêmio científico das Américas, o prêmio da Academia Nacional de Ciências (no caso, o Public Welfare Medal). Recebeu também 22 títulos honoris causa de universidades americanas, medalhas da NASA por Excepcionais Feitos Científicos, por Feitos no Programa Apollo e duas vezes a Distinção por Serviços Públicos. O Prêmio de Astronáutica John F.Kennedy da Sociedade Astronáutica Norte-Americana. O Prêmio de Beneficência Pública por “distintas contribuições para o bem estar da humanidade”. Medalha Tsiolkovsky da Federação Cosmonáutica Soviética. O Prêmio Masursky da Sociedade Astronômica Norte-Americana. O prêmio Pulitzer de literatura, em 1978, por seu livro Os Dragões do Éden e o prêmio Emmy, por sua série Cosmos. Em homenagem, o asteróide 2709 Sagan leva hoje seu nome.

É provável que, se você veio aqui para se juntar a mim em um ato de recordação neste décimo aniversário da morte de Carl, você já conheça bem as numerosas realizações científicas e culturais do homem. É provável que você saiba que ele desempenhou um papel principal na exploração de nosso sistema solar, que ele acrescentou algo a nosso conhecimento das atmosferas de Vênus, Marte e Terra, que ele abriu caminho a novos ramos de investigação científica, que ele atraiu mais pessoas ao empreendimento científico que talvez qualquer outro ser humano e que ele era um cidadão consciencioso tanto da Terra como do cosmo. Talvez você seja um de muitos que foi levemente empurrado a uma trajetória de vida diferente pela atração gravitacional de algo que ele disse ou escreveu ou sonhou. Em minha estimativa parcial, ele era uma figura histórica mundial que nos incentivou a deixar a espiritualidade geocêntrica, narcisista, “sobrenatural” de nossa infância e abraçar a vastidão — amadurecer ao tomar as revelações da revolução científica moderna de coração.
Ann Druyan

terça-feira, 9 de outubro de 2012

12out2012 (asteroide TC4 Apollo) / Chama Violeta - via Láctea, telescópio FERMI

No último domingo, um asteroide de 50 metros de diâmetro recém-descoberto passou nas cercanias da Terra sem aviso prévio. Agora, outro asteroide de dimensões similares descoberto a menos de três dias deverá chamar a atenção. De acordo com os cálculos, a rocha raspará a Terra em uma altitude realmente preocupante. Batizado de 2012 TC4, o novo objeto foi descoberto em 4out2012 através de imagens feitas pelo telescópio Pan-starrs, no Havaí. Na ocasião, o objeto recebeu a denominação provisória P104imJ e teve seu tamanho estimado em aproximadamente 30 metros. As primeiras análises orbitais mostraram que o objeto se aproximaria da Terra a 96 mil km, mas cálculos mais refinados indicaram que essa aproximação será maior que o previsto e na sexta-feira a rocha chegará a menos de 77 mil de distância do planeta, o dobro da altitude dos satélites geoestacionários de comunicação. A hora prevista para o momento de máxima aproximação será às 02h17 BRT (05h17 UTC). Às 18h30 BRT (21h30 UTC) será a vez da Lua receber a visita do astro, quando 2012 TC4 passará a apenas 100 mil km da superfície lunar. Asteroide Apollo 2012 TC4 é um asteroide do grupo Apollo, que cruza a órbita da terra de modo similar ao objeto 1862 Apollo, com eixo semi-maior superior a 1 UA (Unidade Astronômica) e com periélio inferior a 1.017 UA. Lembrando que 1 Unidade Astronômica equivale a 149,5 milhões de quilômetros, a distância média da Terra ao Sol. Uma reanálise da orbita mostra que 2012 TC4 passou sorrateiramente pelas vizinhanças da Terra em 10fev2010, sem que fosse observado. Na ocasião, a rocha passou a 0.24 UA, cerca de 35 milhões de quilômetros. 2012 TC4 tem um período orbital de 532 dias e no momento da máxima aproximação passará pela Terra a uma velocidade relativa de 24 mil km/h. Apesar da curta distância durante a passagem, não há risco de colisão com nosso planeta e devido à alta magnitude (baixo brilho) estimada em 18, não será possível ver o asteroide sem auxílio de telescópios de grande porte. 2012 DA14 Este asteróide descoberto pelo ATO, a noite de 22fev2012, é de cerca de 44 metros de diâmetro e é classificado como um asteroide do tipo Apollo NEO vai cruzar a órbita da Terra próximo 15fev2013 a uma distância de apenas 30.000 km. É uma oportunidade única para a observação e estudo destes objetos, uma vez que esta será a maior aproximação à Terra de um objeto de tamanho considerável que tenha sido previamente detectados. Um asteroide deste tamanho se, infelizmente, vir a ter impacto sobre o nosso planeta poderia destruir uma cidade como Madri, e se cair no mar, as ondas do tsunami seria propagado em todas as direções do impacto de cerca de 40 ou 50 metros de altura FLARE SOLAR: Esta manhã, 08 de outubro de 1117 UT, uma erupção solar irrompeu na ponta nordeste do disco solar. Solar Dynamics Observatory da NASA gravou o flash de radiação ultravioleta extrema: Os arautos explosão a chegada de uma região ativa lado distante, que vai virar em direção à Terra no final desta semana. Este mês teremos a chance de observar a chuva de meteoros Orionídeas Nave da Federação Galáctica em Seguin TX, EUA, 11 set2012 Um modelo das nossas naves que ireis ver mais nos próximos tempos é o que pode ser descrito como um V invertido, ou uma aeronave em forma de bumerangue. Esta aeronave pode ser muito larga em dimensão, são pretas, com uma única fileira de luzes amplas percorrendo o comprimento de ambas as asas da forma em V. Outro tipo de aeronave que ireis começar a avistar nos vossos céus tem uma forma redonda, de cor mais clara, e pode ser visualizada como se pegásseis num pêssego, o cortásseis ao meio e lhe retirásseis o caroço. O lado do caroço seria o lado inferior da aeronave, tal como pode ser vista no céu. Imagem de Novembro 2010, registrada pela NASA mostra a Chama Violeta em ação na Via Láctea, olha nosso Amado Mestre Saint Germain e o 7º Raio em intensa atividade. A National Geografic recentemente divulgou esta foto da Via Láctea. Os cientistas não sabem explicar a aparição desta chama violeta no eixo vertical da nossa galáxia, pois ela nunca apareceu em fotos anteriores. A NASA está intrigada.  Estrutura misteriosa - núcleo da Via Láctea  Bolhas que emitem raios gama estendem acima e abaixo do centro da Via Láctea na prestação de um artista.  Imagem cedida pela SVS / GDFC / NASA John Roach  National Geographic News. Publicado em 10nov2010 -  Duas bolhas enormes que emitem raios gama foram encontrados do centro da Via Láctea galáxia, astrônomos anunciaram.  As estruturas inéditas, detectada pelo Telescópio Espacial de Raios Gama Fermi, 25.000 anos-luz de norte e sul do núcleo galáctico.  "Nós pensamos que sabemos muito sobre a nossa própria galáxia", Princeton University astrofísico David Spergel, que não esteve envolvido na descoberta, disse durante uma conferência de imprensa terça-feira. Mas "o que vemos aqui são essas estruturas enormes... [que] sugerem a presença de um evento enorme energético no centro de nossa galáxia."  Por agora, a fonte de toda energia que não está claro, disse o co-autor Doug Finkbeiner, professor associado de Astronomia do Centro Harvard-Smithsonian para Astrofísica, em Cambridge, Massachusetts.  Os raios gama são as formas mais energéticas de luz, e no espaço que eles tendem a vir de eventos violentos, tais como supernovas ou a partir de objetos extremos como buracos negros  e estrelas de nêutrons. (Ver "Gamma-Ray Telescope primeiras descobertas" Invisível "Pulsar".)  As bolhas recém-descobertas, entretanto, são feitos de gás quente, carregada que está liberando a mesma quantidade de energia como cem mil supernovas. Então você tem que perguntar, de onde poderia gostar de energia que vêm na Via Láctea? Finkbeiner disse.  Gamma Ray bolhas de Sinais de Alimentação Via Láctea?  Uma resposta possível é que as bolhas de raios gama são a prova de uma explosão antigo de formação de estrelas no centro da galáxia. Se um enorme aglomerado de estrelas maciças formadas há milhões de anos atrás, os gigantes poderiam agora estar morrendo juntos, criando um surto de supernovas.  Nesse caso, as bolhas podem representar a energia acumulada ao longo de muitos milhões de anos, disse Finkbeiner.  "Outra hipótese, que é talvez ainda mais dramática, é que o [a maioria adormecida] buraco negro no centro da galáxia está ativo para um pouco". Os cientistas sabem que um buraco negro supermassivo reside no centro da nossa galáxia, e não ficar tão grande, sentado calmamente. Em vez disso, o buraco negro deve passar por fases, quando engole uma quantidade enorme de material.  Quando os buracos negros galácticos estão ativamente alimentando, eles tendem a expelir jatos de alta energia a partir de seus pólos. Astrônomos descobriram núcleos ativos, tais galáctico em outras partes do universo, mas nunca antes visto qualquer prova convincente desse processo acontecendo na Via Láctea (partículas mais energéticas do Universo Belch Black Holes). Então [as bolhas de raios gama] pode ser a primeira evidência de um surto importante a partir do buraco negro no centro da galáxia.  A equipe do estudo diz que eles descartaram a possibilidade de uma outra teoria que as bolhas poderiam ser prova da substância misteriosa conhecida como matéria escura.  Segundo a teoria, as partículas de matéria escura aniquilar quando colidirem, liberando uma chuva de novas partículas, juntamente com grandes quantidades de energia. Acredita-se que grupos densos de matéria escura existe nos núcleos de galáxias, assim que olhar para os resultados de colisões é uma maneira astrônomos esperam provar a substância existe.  "O que me incomoda que a explicação é aquelas arestas que vemos nas bolhas", Finkbeiner disse, referindo-se ao fato de que as estruturas são cúpulas bem definidos.  A matéria escura teria existido no núcleo da galáxia desde o início, e as partículas teriam sido continuamente interagindo.  "Se algo vem acontecendo há bilhões de anos e está em um estado de equilíbrio, eu não esperaria para ver uma estrutura afiada como este".  Finkbeiner e sua equipe descobriram as bolhas de raios gama usando dados do Telescópio Fermi de Grande Área, o mais sensível detector de raios gama ainda lançado.  Os cientistas então teve de processar os dados brutos para que eles pudessem ver através da "névoa" de raios gama que está feito como elétrons de alta energia se movendo perto da velocidade da luz interagem com o gás interestelar e luz na Via Láctea. Related: misteriosa dos Dragões Make Fog Universo Gamma Ray. Mais estudos serão necessários para chegar à verdadeira natureza da fonte de energia soprando as bolhas, Spergel de Princeton, disse.  "Mas é uma imagem impressionante", disse ele, "e eu acho que vai ser astrônomos desafiantes ao longo dos próximos anos para fazer tanto o trabalho futuro de observação e trabalho teórico para entender o que está acontecendo aqui e para fazer conexões com outras áreas de galáctico e astronomia extragaláctica. Os resultados de raios-gama de bolhas foram aceitos para publicação no Astrophysical Journal. John Roach Fonte: National Geographic http://news.nationalgeographic.com/news/2010/11/101110-science-space-mystery-structures-gamma-rays-bubbles/?source=link_fb20101110milkywayscore Solange Christtine Ventura http://www.curaeascensao.com.br

domingo, 30 de setembro de 2012

Van Allen e as sondas PAAB Correia

O Cinturão de Van Allen é uma região onde ocorrem vários fenômenos atmosféricos devido a concentrações de partículas no campo magnético terrestre, descobertas em 1958 por James Van Allen. As radiações de Van Allen não ocorrem, salvo em raras exceções, nos pólos, e sim na região equatorial. Estas formam dois cinturões em forma de anéis, com centro no equador. O mais interno se estende entre as altitudes de mil e cinco mil quilômetros, sua intensidade máxima ocorrendo em média aos três mil quilômetros. Consiste de prótons altamente energéticos, que se originam pelo decaimento de nêutrons produzidos quando raios cósmicos vindos do espaço exterior colidem com átomos e moléculas da atmosfera terrestre. Parte dos nêutrons é ejetada para fora da atmosfera e se desintegra em prótons e elétrons ao atravessar esta região do cinturão. Essas partículas se movem em trajetórias espirais ao longo de linhas de força do campo magnético terrestre. O segundo cinturão, que fica situado entre 15.000 e 25.000 km, contém partículas eletricamente carregadas de origem tanto atmosférica quanto solar. São principalmente íons hélio trazidos pelo vento solar. As partículas mais energéticas deste são elétrons cuja energia atinge várias centenas de milhares de elétrons-volt. Os prótons são muito menos energéticos do que os do primeiro cinturão, porém seu fluxo é mais intenso. Via de regra, não existe entre os dois cinturões uma delimitação; eles fundem-se em altitudes variáveis. Durante os períodos de intensa atividade solar, grande parte das partículas eletricamente carregadas vindas do Sol consegue romper a barreira formada pelos cinturões de radiação de Van Allen. Ao atingir a alta atmosfera produzem os fenômenos de auroras polares e as tempestades magnéticas. Uma sonda da NASA gravou emissões estranha sonoridade de rádio provenientes de nosso próprio planeta. Essas lindas "canções da Terra" pode, ironicamente, ser responsável pela proliferação de elétrons mortal no Cinturão de Van Allen. A maioria espaçonave tentar evitar os Cinturão de Van Allen, duas regiões em forma de anel em torno da Terra cheios de "elétrons assassinas". Esta manhã, a NASA lançou duas sondas espaciais fortemente blindado diretamente nos cintos. A radiação Sondas tempestade Correia estão em uma missão de dois anos para estudar os Cinturão de Van Allen e para desvendar o mistério da sua imprevisibilidade. Qual é a influência do sol sobre a Terra e perto da Terra no espaço? O que faz os cinturões de radiação tão perigoso? E por que eles reagem de forma tão estranha a tempestades solares? As sondas tempestade vai nos ajudar a entender o que está acontecendo lá fora. Sua missão muito importante de 2 anos está apenas começando. Em 30ago2012, a radiação da NASA Sondas tempestade Correia partiu de lançamento de Cabo Canaveral Air Force Station Complexo Espaço 41 at 04:05. Quando o clima espacial e intensa ocorre a densidade e energia das partículas dentro dos cintos aumenta, as sondas não terá o luxo de entrar em um modo de segurança, como outras espaçonaves muitos devem fazer durante tempestades. Os engenheiros da nave espacial projetada as sondas junto com seus instrumentos e de trabalhar sob as mais severas condições. Estes dois eriçada com sensores e fortemente blindados sondas, vai operar totalmente dentro dos cinturões de radiação ao longo da sua missão. Eles vão fazer medições idênticas para observar as mudanças nos cinturões de radiação através de espaço e tempo. Desde o alvorecer da Era Espacial, os planejadores de missão têm tentado seguir uma regra simples, mas importante: ficar fora do Cinturão de Van Allen. As duas regiões em forma de anel ao redor da Terra são preenchidos com elétrons "assassino", ondas de plasma, e correntes elétricas perigosas para os viajantes espaciais humanos e sua espaçonave. Nós soubemos sobre as Cinturão de Van Allen por décadas, mas estes continuam a surpreender-nos com tempestades inesperadas de "assassino elétrons" e outros fenômenos, diz o cientista David Sibeck missão. Quando os cinturões de radiação foram descobertos em 1958, que derrubou idéias ortodoxas. A maioria das pessoas assume o espaço ao redor da Terra estava vazia. Primeiro satélite americano, o Explorer 1, provou o contrário. A nave espacial pequena estava equipado com um tubo de Geiger para a contagem de prótons e elétrons energéticos. Circundando a Terra, o Explorer 1 encontrado tantas partículas carregadas que o contador registrado mais fora da escala do tempo. Na década de 1950 os cinturões de radiação teve pouco efeito sobre as pessoas comuns. Hoje eles são cruciais para a nossa sociedade de alta tecnologia. Centenas de satélites usados ​​para tudo, desde a previsão do tempo para GPS para a televisão rotineiramente roçar os cintos, sujeitando-se a partículas energéticas que podem danificar os painéis solares e de curto-circuito eletrônicos sensíveis. Durante tempestades geomagnéticas quando os cintos estão inchadas pela atividade solar, as frotas inteiras de satélites pode ser engolida, pondo em perigo as bases tecnológicas da vida cotidiana do planeta abaixo. Este gráfico mostra como os elétrons energéticos nos cinturões de radiação pode reagir às tempestades solares. Às vezes, eles aumentam, às vezes eles diminuem, às vezes não muda em nada. A imprevisibilidade é um dos maiores mistérios do Cinturão de Van Allen. Crédito: NASA "A radiação Sondas tempestade Correia diretamente resolver estes problemas os pés no chão", diz Lika Guhathakurta, cientista do programa de liderança de Vida da NASA com um Star Program, que gerencia a missão. "PAAB é uma mistura única de ciência pura e aplicação prática." Um dos maiores mistérios do cinturão de radiação é a maneira louca reagem a tempestades solares. "Quase qualquer coisa pode acontecer", diz Sibeck. Quando uma nuvem de tempestade do sol atinge os cinturões de radiação, que muitas vezes respondem de forma contra-intuitivos. Um resultado possível é que os cinturões de radiação se enchem de partículas energéticas, tais como os potentes "elétrons killer" que preocupam os planejadores de missão. No entanto, como muitas vezes acontece o contrário. Uma tempestade solar pode causar os cintos para perder partículas suas assassinas, temporariamente tornando-se um lugar mais seguro. E às vezes não acontece nada! As correias permanecem completamente inalterados. "O problema é que não há idéia unificada do que os fenômenos são mais importantes dentro dos cintos", diz Sibeck. Ele descreve assistir a conferências científicas sobre o assunto: "Se existem 100 pessoas em uma reunião, haverá 100 respostas diferentes para cada pergunta Como são elétrons assassino energizado, Alguns dizem que ondas de plasma fazê-lo;.? Outros apontam a choques vento solar;. Outros difusão favor... A lista vai sobre e sobre." Os pesquisadores esperam PAAB vai diminuir as possibilidades. Durante tempestades, as sondas podem provar campos elétricos e magnéticos, contar o número de partículas energéticas, e detectar ondas de plasma de muitas frequências. O funcionamento interno do Cinturão de Van Allen será um livro aberto para as duas espaçonaves, fornecendo dados para modelos preditivos que dizem meteorologistas quando é seguro para introduzir os cintos, realizar caminhadas espaciais, e operar eletrônicos sensíveis. "Os Cinturão de Van Allen são parte de nossa casa no espaço", acrescenta Guhathakurta."PAAB vai nos ajudar a aprender a viver lá."

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Extraterrestres encarnados na Terra (vídeo: Dr. Steven Greer: O fim do programa NASA Shuttle - 23set2011

Sobre as Raças Raízes "Houve ou há seres extraterrestres encarnados entre nós?" Nesta canalização o ser de Orion Shon Thor nos ensina sobre ascaracterísticas e objetivos de seres vindos de outros sistemas e que neste momento habitam a Terra. Pleidianos. Características Físicas: Estatura variada, entre baixo ou muito altos, cabelos cor de mel, mais claros, ou castanhos, olhos cor de mel ou claros, pele clara traços do rosto suaves, sorri com facilidade. Características e habilidades: Normalmente encarnam em grupos de pleidianos, estão ligados a objetivos culturais, as artes, beleza, pintura, música, composição, desenho. Vivem em um estado diverso, como se vivessem em estado de graça o tempo todo, (fluídicos) são bastante harmônicos, calmos e amorosos, principalmente com as crianças, pois vibram na mesma faixa. Amigável, pacífico, prósperos. Procuram atividades grupais ou projetos coletivos para melhor desenvolver seus objetivos. É a segunda raça extraterrestre mais populosa do planeta Terra. Áreas de destaque: Ligados a carreiras artísticas, bons professores, administradores, principalmente na área de recursos humanos, nos processos criativos, nas agências de publicidade. Missão na Terra: Buscar experiências do concreto, da ação, compreender a lei de ação e reação, dificuldade em acompanhar um projeto até o seu término. Áreas de Concentração na Terra: Islândia, Dinamarca, Suécia, Holanda, Eua, Austrália, Nova Zelândia, Iugoslávia, Tchecoslováquia, Áustria entre outros, e em áreas de concentração artística. Cor de Ligação:Rosa. Orianos Características Físicas: Possuem traços do rosto que lembram os de uma águia, para outros os traços já estão diluídos. Mãos e pés bem esculpidos, pois trabalham com as mãos. Alguns são de pele negra. Características e habilidades: Vieram em duplas mistas uma feminina e outra masculina, para poderem sobreviver na Terra. Tem preferência por trabalhar sozinho, toma decisões rápidas, olha as situações de forma abrangente ou seja do começo até o fim. Ligado aos esportes competitivos, as artes da guerra, apresenta grande vontade de sobrepor aos outros, de conduzir grupos, bastante impositivo e autoritário. Áreas de destaque: Ligados as áreas de planejamento, estratégia, produção e supervisão. Missão na Terra: Aprender a vivenciar o amor incondicional, a humildade, a ser mais flexível, a respeitar o limite do outro, a raiva, a violência. Áreas de Concentração na Terra: Vale salientar o Afeganistão, a Palestina, Israel, Ásia, Inglaterra, Irlanda. São os extraterrestres em maior número.Espalhados em altas concentrações nas zonas de calor. Origem: No início altas concentrações entre os povos Vikings, Assírios, Caldeus, Mouros, Japoneses. Cor de ligação: Amarelo. Arturianos. Características Físicas: São geralmente delgados, apresentam gestos delicados. Características e habilidades: Normalmente encarnam isoladamente. Possuem uma música interior, se locomovem em ritmo próprio, normalmente realizam o próprio percurso, gostam de trabalhar só, auto-suficientes, auto centrado, pacífico, criado na não violência. São harmoniosos, suaves, ligados na cor azul. Ligados às altas esferas espirituais, a mestres e seitas. Áreas de destaque: Ligados as áreas de ciências exatas, matemática, medicina, informática, tecnologia, são grandes pensadores. Missão na Terra: Reaprender a necessidade do convívio coletivo, voltar a entender que todos somos um, trabalhar o orgulho ligado a grande sabedoria que possuem. Áreas de Concentração na Terra: Hemisfério Norte, EUA, Canadá. Em menor número, abaixo da linha do equador. Cor de Ligação: Azul. Alpha de Centauro Características Físicas: São morenos de cabelos pretos ou castanhos, mãos e pés proporcionais. Características e habilidades: São polivalentes, se dão bem em qualquer área, provocadores da ação, se dão bem com as outras civilizações, grandes telepatas, bastante intuitivos, inteligentes. São rápidos na aprendizagem. Bons gourments, apreciadores da boa vida, centrado em suas posses, a abundância e riqueza são importantes para ele. Áreas de destaque: Se dão bem em qualquer área. Gostam de trabalhar com pessoas e com líderes. São grandes diplomatas e embaixadores. Missão na Terra: Aprender a usar a telepatia de forma positiva, trabalhar o orgulho ligado a facilidade de manipulação. Áreas de Concentração na Terra: Em todo o globo terrestre. Cor de Ligação: Laranja. Marcianos Características Físicas: Cabelos Aloirados, ou castanhos estatura mediana, alguns ruivos. Características e habilidades: Não encarnam em grupo, são poliglotas, gostam de viajar, e de atividades ligas com o vôo(aviação), são criativos, gostam de atividades ligadas com a geometria e a matemática, ligados a esportes radicais, náuticos e a dança. Abertos a todo tipo de experiência. Áreas de destaque: Áreas governamentais, sociais, em atividades que estejam ligadas a línguas. Missão na Terra: Trabalhar a realização da ação, a disciplina, a constância, a responsabilidade. Trabalhar a teimosia, a enxergar a realidade com olhos mais realistas e menos fantasiosos, a cumprir compromissos assumidos. Áreas de Concentração na Terra: Em zonas quentes como EUA (Califórnia), América do Sul, África, Europa (Itália, Espanha, Portugal, Iugoslávia em cidades com clima de praia). Cor de Ligação: Vermelho. Sirius Características Físicas: Parecem mais jovens do que realmente são, mais infantis, estatura mediana, fisicamente atraente, cabelos castanhos, negros e aloirados. Características e habilidades: São bons soldados, responsável pela continuidade da vida no planeta Terra perante a Confederação Intergaláctica. Foi autorizado a divulgar uma campanha para poder dar suporte no desenvolvimento da Terra (Programa de Divulgação das Atividades Extraterrestres), ligados a área de comunicação. Áreas de destaque: Perseverantes, persistentes, possuem bons conhecimentos, inteligentes, procuram ações comuns. Áreas intelectuais e de comando. Missão na Terra: Assumir a visibilidade e as responsabilidades, dificuldade para tomada de decisões, dificuldades de convivência em grupo, dificuldades com cobranças. Áreas de Concentração na Terra: Alguns lugares de calor e outros de frio como Alaska, Canadá, Pólo Norte, Pólo Sul, Austrália, Nova Zelândia, Ásia, América do Sul e Central. Cor de Ligação: Verde. Vega de Lira Características Físicas: Pequenos de gestos delicados. Características e habilidades: Fluídicos, tem um ritmo próprio, tempo e espaço criado por eles. Ligados a esportes de caráter mais individualista mais nobres como esgrima, ginástica olímpica, trapézio, ultraleve, o xadrez, alto poder de concentração. Áreas de destaque: Encontrados em áreas não tão técnicas, humanistas, gostam de trabalhar sozinhos, mas cercados por pessoas, bom executor, caprichoso. Missão na Terra: Experienciar a solidificação, materialização, perceber os limites, dificuldades com o tempo e espaço, de perceber a própria identidade e de ver-se ao espelho, colocar os pés no chão, estar ancorado em matéria mais densa, dificuldade para trabalhar em grupo. Áreas de Concentração na Terra: Zona central do equador como EUA, México, América Central, América do sul, parte superior da África, Polinésia, parte inferior da Ásia. Cor de ligação: Azul Indigo. Andrômeda Características Físicas: Não apresenta características físicas acentuadas, para não ser identificado. Foram colocados cerca de 3.000 em nosso planeta até o ano 2000. Características e habilidades: Vieram somente para iluminar, ligados a causas maiores, mística, grande poder mental, bons valores, se destacam em todas as áreas, perfil de líderes. Áreas de destaque: Em todas as áreas. Missão na Terra: Iluminar o planeta. São reconhecidos como Avatares, Santos, Mestres. Estão ligados a grandes missões e a causas maiores. Áreas de Concentração na Terra: Em todo o globo terrestre. Cor de ligação: Branco e Prata. Vênus Características Físicas: Alguns são delgados, aloirados, de grande beleza, especialmente as mulheres. Características e habilidades: São os mais adiantados do sistema solar, são sensíveis, e possuem premonições, sentem grande saudade do planeta de origem. Áreas de destaque: Ligadas a área cientifica, a pesquisa e invenções, são bons canais. Missão na Terra: Levar a experiência e informações na área de sensações e emoções para Vênus. Áreas de Concentração na Terra: São em pequeno número, espalhado pelo planeta, e tem dificuldade de se agruparem. Cor de Ligação: Violeta.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Astrologia Kármica - Claudia Lazarotto

Esta madrugada (20jun2012) ocorre o Solstício de Inverno no Hemisfério Sul e de Verão no Hemisfério Norte . Momento extremamente poderoso, completando um quarteto de datas com o Eclipse Solar de 20 de maio, o Eclipse Lunar de 4 de junho e o Trânsito de Vênus em 6 de junho. Este Solstício é de de tamanha relevância pois ocorre o alinhamento do Sol, (Sistema Solar) com o centro da Galáxia (Via Láctea). Esta será uma energia extremamente intensa que incorporará um influxo final de códigos energéticos e possibilitará a liberação de obstruções. Alinhamento Galáctico O alinhamento galáctico em questão é o alinhamento do Sol no Solstício de Inverno de 2012 com o centro da Via Láctea, no Equador Galáctico (linha análoga ao Equador terrestre, que divide a nossa galáxia em duas partes). Um alinhamento com estas características apenas acontece uma vez a cada 26.000 anos e coincide com o fim do calendário de Conta Longa dos Maias. A Via Láctea é a galáxia onde está localizado o nosso Sistema Solar. É uma estrutura em espiral constituída por cerca de duzentos biliões de estrelas e divide-se em seis partes: núcleo, bolbo central, disco, braços espirais, componente esférico e halo. O núcleo tem a forma de uma esfera achatada e é uma fonte de intensa radiação electromagnética, provavelmente devido à existência de um buraco negro no seu centro. O disco é a parte mais visível da galáxia e é nesta estrutura que repousam os braços da Via Láctea. As estrelas do disco têm um movimento de translação em volta do núcleo, todas as estrelas que observamos no céu nocturno estão localizadas no disco galáctico. Até 2008 acreditava-se que a Via Láctea possuía 4 braços mas afinal parece que possui apenas dois braços estelares principais: o braço Perseus e o braço Centaurus. Os demais braços foram reclassificados como braços menores ou ramificações. Esses dois braços principais contêm uma enorme concentração de estrelas jovens e brilhantes. Desta forma, a Via Láctea é classificada como sendo uma galáxia espiral e os seus braços estão em movimento rotatório em torno do núcleo, à semelhança de um grande cata-vento. É no braço menor de Órion que está localizado o nosso sistema solar. O Sol – e com ele o sistema solar - efectua uma rotação completa em torno do núcleo a cada 200 milhões de anos, à velocidade de 225 Km/s, estando localizado a cerca de 27 mil anos-luz do centro galáctico. A Via Láctea descreve como um todo um movimento de rotação (apesar de os seus componentes não se deslocarem à mesma velocidade) e está inserida no chamado Grupo Local de galáxias, que é constituído por cerca de trinta galáxias; as principais são a Via Láctea e a Andrómeda (estas duas galáxias espirais gigantes orbitam um centro de massa comum). Em termos de mitologia maia, a Via Láctea representa a Grande Mãe Cósmica, a partir da qual toda a Vida nasceu e o seu centro representa o Útero Cósmico. No interior do Centro Galáctico existe uma nebulosa região escura de pó e nuvens, semelhante a um corredor escuro, conhecido actualmente por Dark Rift e conhecido pelos maias por Xibalba Be ou Caminho Escuro. Relativamente ao alinhamento há quem defenda que, mais precisamente, o Sol no Solstício de Inverno de 2012 atingirá um determinado ponto no fundo do Dark Rift e parecerá nascer do mesmo, do “Canal de Nascimento Galáctico”. É como se o Sol nascesse de novo do útero cósmico. Para alguns, a constelação de Cygnus é importante neste alinhamento: esta encontra-se localizada no topo do Dark Rift, podendo significar o local do nascimento cósmico. Este alinhamento pode representar então o Ponto Zero no relógio cósmico, marcando o início de uma nova era evolucionária. Diz-nos que um novo Sol nasce, que um novo ano madruga, que um novo ciclo galáctico começa, que há uma transformação da Terra. Assim, este Alinhamento Galáctico pode ser antes descrito como um Alinhamento do Sol com o Dark Rift e 2012 indica o ano em que estes estarão alinhados, em conjunto com o fim do ciclo actual de Precessão. Imaginemos que o Estudo das Eras que conseguimos informações dá-se na Era de Leão 10.300 AC... considerando que estamos no ano 2012CD, ou seja 12 anos, a ultima vez que Sol passou pelo Dark Rift foi a 2x as Eras que temos conhecimento... A magnitude deste momento Energético é incomensurável e a melhor maneira de sintonizarmos com ele e aproveitarmos esta energia e focarmos em nossa Essência, em nossa Centelha Divina e deixarmos que o Plano Maior se encarregue deste maravilhoso fluxo de nossa libertação sem nos preocuparmos em fazermos pedidos conscientes que neste momento seriam até pequenos diante da intensidade energética deste Momentum. Alinhemo-nos a Renascimento do Sol e humildemente foquemos em nosso próprio renascimento!

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Asteróide VESTA, Baptistina e outros Troianos - Eclipse solar e anular de 20mai2012

A Nasa calcula que há 4.700 asteroides potencialmente perigosos para a Terra, segundo os dados da sonda WISE, que analisa o cosmos com luz infravermelha, informou nesta quarta-feira (16mai2012) a agência espacial americana. A agência assinalou que as observações da WISE (Wide-field Infrared Survey Explorer) permitiram a melhor avaliação da população dos asteroides potencialmente perigosos de nosso sistema solar. Esses asteroides têm órbitas próximas à Terra e são suficientemente grandes para resistir à passagem pela atmosfera terrestre e causar danos se caírem no nosso planeta. Os novos resultados foram recolhidos pelo projeto NEOWISE, que estudou, utilizando luz infravermelha, uma porção de 107 asteroides potencialmente perigosos próximos à Terra com a sonda WISE para fazer prognósticos sobre toda a população em seu conjunto. Segundo a Nasa, há aproximadamente 4.700 deles - com uma margem de erro de mais ou menos 1.500 -, que têm diâmetros maiores de 100 metros. Até o momento, calcula-se que entre 20% e 30% desses objetos foram localizados. Fizemos um bom começo na busca dos objetos que realmente representam um risco de impacto com a Terra", disse Lindley Johnson, responsável pelo Programa de Observação de Objetos Próximos à Terra, desenvolvido pela Nasa. No entanto, "temos de encontrar muitos e será necessário um grande esforço durante as próximas duas décadas para encontrar todos os que podem causar graves danos ou ser destino das missões espaciais no futuro. Pela primeira vez cientistas conseguiram captar imagens de perto, a 5.200Km, do asteroide Vesta. A sonda Dawn entrou em sua órbita na semana passada, sendo possível ver detalhes da superfície esburacada do asteróide, que lembra a da Lua. Desde que entrou na órbita do asteroide, a sonda capturou mais de 500 imagens, chegando cada vez mais próxima da superfície. Ela vai começar oficialmente a coletar dados científicos na próxima semana, quando estiver posicionada a 2.700 quilômetros da superfície do asteróide. Astrônomos acreditam que o Vesta possa ser fonte de um grande número de meteoritos que caem na Terra. O Vesta é o objeto mais brilhoso do cinturão de asteroides vistos da Terra – zona entre Marte e Júpiter com centenas de asteroides orbitando o Sol. O cinturão foi formado há cerca de 4,5 bilhões de anos, mais ou menos ao mesmo tempo e nas mesmas condições que a Terra. A sonda já fotografou toda a parte iluminada do asteroide. Na semana passada, ela passou pela parte da superfície que fica obscurecida pelas sombras e pode observar algumas rachaduras. A análise da superfície “nos permite determinar o que ocorreu com Vesta com o passar do tempo”, disse o cientista chefe da missão, Christopher Russell da Universidade da Califórnia, em Los Angeles. As imagens de Dawn surpreenderam os cientistas do programa que não esperavam tantas particularidades. “Nós estamos vendo uma superfície muito variada”, disse Christopher Russell A seção sul de Vesta é caracterizada por uma cratera gigante, resultado de uma colisão no passado que acredita-se tenha abatido a Terra com vários meteoritos, ou quebrado partes do asteroide. O lado norte contém outras crateras incluindo três que foram apelidadas pelos cientistas de “homem de neve”. De acordo com Holger Sierks, da Sociedade Max Planck, na Alemanha, Vesta é tão “rico de particularidades” que isto vai deixar os cientistas ocupados por muitos anos. Lançada em 2007 a sonda Dawn é a primeira a explorar os asteroides Vesta e Ceres, os dois maiores do cinturão. Ela é também a maior sonda interplanetária lançada pela Nasa. A sonda vai circular por Vesta por um ano chegando a 177 quilômetros da superfície. Depois disso, ela se deslocará até Ceres, aonde provavelmente chegará em 2015. Ao contrário do seco e rochoso Vesta, Ceres tem a superfície de gelo e deve ter pólos congelados. Esta característica leva a crer que haja a presença de água congelada. Porém, Dawn não poderá se aproximar tanto de Ceres quanto se aproximará de Vesta, por causa de uma possível contaminação. Há menos asteróides gigantes no espaço do que se acreditava, e a maioria dos grandes localizados próximo à Terra já foram localizados, motivo pelo qual há uma ameaça remota de que algum deles atinja o planeta, anunciou a Nasa. As últimas informações do Wide-Field Infrared Survey Explorer, o telescópio Wise da agência espacial americana, revelam que 93% dos asteroides com 1km de diâmetro ou mais já foram localizados. Os cientistas pensavam que houvesse mil deles, mas revisaram essa cifra para 981, dos quais 911 foram localizados e estão sendo monitorados. "O risco de que um asteroide realmente grande atinja a Terra antes de que possamos localizá-lo e dar o alerta caiu consideravelmente", disse Tim Spahr, diretor do Centro Minor Planet do Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica em Cambridge, Massachusetts. O risco permanece entre os asteroides de tamanho médio, com 100m ou mais. Dados do Wise revelam que existem 19.500 deles, e não 35.000, como se acreditava. Apenas 5.200 são monitorados. Um asteróide possui uma órbita próxima da Terra quando passa a menos de 195 milhões de quilômetros do Sol. Amy Mainzer, principal autora da última pesquisa publicada no periódico Astrophysical Journal, disse que o Wise deu aos astrônomos uma ideia mais clara do que há no espaço. "É como um censo, quando se pesquisa um pequeno grupo de pessoas para tirar conclusões do todo." Pesquisadores encontram primeiro asteroide troiano da Terra O corpo celeste acompanha a órbita do planeta em torno do Sol e foi descoberto com a ajuda de sonda espacial da Nasa. O planeta Terra não está sozinho em sua viagem ao redor do Sol. Uma pesquisa publicada nesta quarta-feira pelo periódico científico Nature mostra que um asteroide acompanha o planeta, fazendo a mesma órbita em torno do Sol. Esse tipo de corpo celeste é chamado de asteroide troiano. “Há cerca de 20 anos esperávamos encontar asteróides troianos da Terra, desde que um asteróide semelhante foi achado em Marte”, afirmou ao iG Martin Connors, da Universidade de Athabasca, no Canadá. O 2010 TK7, seu nome oficial, inclusive está faz tempo acompanhando o planeta azul: segundo os pesquisadores, cerca de 10 mil anos. “Olhando da superfície da Terra, os asteroides troianos da Terra estão geralmente perto do Sol e podem ser vistos apenas por um curto período de tempo, perto do nascer ou pôr do astro. Além disso, o céu é um lugar muito grande para se procurar por um objeto pequeno. Logo, com a competição pelo uso dos grandes telescópios e o tempo limitado para enxergá-lo, é difícil realizar um boa busca”, completou Connors. A descoberta foi feita com a ajuda da sonda espacial Wide-field Infrared Survey Explorer (WISE, no acrônimo em inglês) lançada no final de 2009 pela Nasa. Segundo os pesquisadores é provável que haja outros asteróides troianos em torno da Terra. A existência de pequenos corpos celestes na mesma órbita de um planeta foi prevista em 1772 pelo matemático francês Joseph-Louis Lagrange. Segundo ele, um desses corpos que estivesse sessenta graus à frente ou atrás do planeta ficaria permanentemente nesta região – no caso da Terra, o 2010 TK7 está à frente. Demorou, no entanto, mais de dois séculos para que o primeiro asteróide troiano fosse encontrado na órbita de Júpiter pelo astrônomo alemão Max Wolf. “Havia o hábito de batizar corpos celestes com nomes da história clássica então este ganhou o nome de Aquiles. Quando dois outros asteroides similares foram rapidamente encontrados eles foram batizados de Pátroclo (primo de Aquiles) e Heitor (o troiano que matou Aquiles). Depois disso nomes relacionadas à guerra de Tróia passaram a ser usados para este tipo de asteróide”, explicou Connors. Atualmente os astrônomos sabem da existência de asteróides troianos em torno de Júpiter, Netuno e Marte. Nasa "perdoa" asteróide Baptistina por extinção dos dinossauros Cientistas descobriram que choque do asteroide foi antes do imaginado, então não poderia ter causado morte dos animais. A queda do asteróide Baptistina na Terra, há 65 milhões de anos, pode não ter sido a causa do desaparecimento dos dinossauros, segundo estudo baseado em observações recentes captadas pela sonda WISE e divulgado nessa segunda-feira pela Nasa (agência espacial americana). Os cientistas têm certeza de que um grande asteróide atingiu o planeta e provocou a morte dos dinossauros, mas desconhecem sua origem exata. Em 2007, um estudo realizado com telescópios terrestres, feito pelo Instituto de Pesquisa de Southwest, no Colorado, apontou como suspeito pela extinção dos dinossauros um corpo celeste do tipo Baptistina, situado no cinturão de asteróides entre Marte e Júpiter. Segundo essa teoria, o corpo celeste se chocou contra outro asteróide do cinturão há 160 milhões de anos, que se despedaçou em fragmentos gigantescos. Um deles acabou atingindo a Terra, no que hoje é península de Yucatan, no México, e causou sua extinção. No entanto, observações realizadas com instrumentos infravermelhos da sonda WISE afastaram essa possibilidade, deixando sem resposta um dos grandes mistérios do universo. Durante mais de um ano uma equipe da Nasa estudou 120 mil asteróides, entre eles 1.056 da família Baptistina, e constatou que a quebra do asteróide cujo pedaço atingiu a Terra aconteceu há 80 milhões de anos, metade do tempo sugerido anteriormente. A pesquisa mostrou que se esse asteróide fosse o culpado da extinção, ele teria que ter se chocado contra a Terra em menos tempo do que se acreditava anteriormente. Segundo a principal cientista do projeto, Amy Mainzer, não houve tempo para que o corpo celeste provocasse o fim do período Cretáceo. Eclipse solar anular em 5jan2010 na China Apesar do eclipse solar total ser o mais raro e aguardado fenômeno desse tipo, o eclipse do tipo anular não fica atrás e é para alguns, até mais belo. E neste domingo teremos esse tipo de eclipse em que a posição da Lua não o cobrirá totalmente e deixará o Sol com um belo anel ao seu redor. O eclipse anular desse domingo será visível em uma faixa com largura média de 270 km que vai desde o leste asiático e oeste dos EUA, cruzando todo o oceano Pacífico. O Brasil estará de fora do espetáculo. O eclipse terá início no sul da China às 22:06 UTC (19:06 BRT), com a sombra do Sol percorrendo 13600 km do planeta de leste para oeste durante 3h30m. A capital japonesa Tóquio será uma das áreas urbanas mais favorecidas do mundo a presenciar o fenômeno. A cidade tem 10 milhões de pessoas e se localiza a apenas 10 km ao norte do centro da linha principal da sombra. Isso permitirá uma observação completa do fenômeno por quase cinco minutos. Redding, na Califórnia, se localiza a 30 quilometres ao sul do centro da linha. Ali, os habitantes verão o fenômeno por cerca de 4m30s a partir da 01:26 UTC (22h26 BRT). O ponto máximo do evento ocorrerá exatamente às 20:52:47 BRT (23:52:47 UTC) sob as coordenadas 49.05 N e 176.16 E, ao sul das ilhas Aleutas, no Pacífico norte. Observadores da região poderão ver o eclipse anular durante 5m46, com o Sol a 61 graus de elevação. O eclipse anular de 2012 ocorre um dia depois do apogeu da Lua, quando nosso satélite se encontra na posição mais distante da Terra. Por estar mais longe, o disco lunar estará 6% menor que o disco solar e não cobrirá a estrela totalmente. Isso fará com que uma espécie de "anel de fogo" seja visto ao redor do Sol, o que torna o espetáculo ainda mais belo. No Brasil, o próximo eclipse solar ocorrerá no ano de 2023 e poderá ser visto dos estados do Norte e do Nordeste. Na ocasião o eclipse será igual a esse, do tipo anular, quando um anel solar permanecerá visível em torno da Lua. Eclipse total mesmo, com o Sol completamente bloqueado, só em 2045. Um eclipse do Sol ocorre sempre que a Lua se posiciona entre a Terra e o Sol. Se durante um eclipse a lua encobrisse completamente o disco do Sol, seria chamado de eclipse total. Caso contrário, eclipse parcial. Se durante um eclipse total a Lua estiver próxima de seu apogeu (maior afastamento da Terra), seu diâmetro aparente parecerá menor que o do Sol e por não cobrir todo o disco, parte do Sol ainda permanecerá visível em forma de anel, daí o nome "anular" para este tipo de eclipse. Anular significa "em forma de anel"

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Registros Estelares (Entrada no cinturão Fotônico)

Imagem infravermelha do Messier 55: "bola" de centenas de milhares de estrelas Uma nova imagem infravermelha do aglomerado estelar Messier 55, tirada pelo telescópio VISTA do Observatório Europeu do Sul (na sigla em inglês, ESO) mostra milhares de estrelas juntas num formato praticamente esférico. Além de estarem juntas em um espaço relativamente pequeno, elas também estão entre as mais antigas do Universo. Esse tipo de aglomerado, chamado de globular, tem esse formato por conta da ação da gravidade. No Messier 55, as coisas são mais apertadas ainda: cem mil estrelas ocupam uma esfera de diâmetro com a distância de 25 vezes a do Sol e do sistema estelar Alpha Centauri. Estudos mostram que aglomerados globulares se originaram ao mesmo tempo e das mesma nuvem de gás, alguns bilhões de anos depois do Big Bang. Por causa disso, estas estrelas são feitas basicamente de hidrogênio. O Messier 55 fica na constelação de Sagitário, e não é difícil de ver com um telescópio pequeno, mesmo ficando a 17.600 anos-luz da Terra. Ele foi descoberto por Nicolas Louis de Lacaille em 1752 e foi incluído por Charles Messier em seu catalógo astronômico 26 anos depois. Ele também é conhecido por NGC-6809. Pandora: as galáxias, parte mais brilhante, correspondem a menos que 5% da massa do aglomerado. O restante é gás (20%) e matéria escura (75%) A análise de dados de telescópio do aglomerado de galáxias Abell 2744 revelou um fenômeno “estranhíssimo”, conforme relatou o Renato Dupke, pesquisador do Observatório Nacional. Ele participou do estudo internacional que reconstruiu a história de uma colisão cósmica que ocorreu durante um período de 350 milhões de anos. O aglomerado fora do comum sofreu a colisão de quatro grandes aglomerados de galáxias, resultando em efeitos que nunca haviam sido observados antes. Colisões de aglomerados de galáxias já haviam sido observadas antes, mas apenas entre dois aglomerados. Os astrônomos acreditam que o estudo dos fenômenos incomuns resulta pode ajudar a revelar novidades sobre o espaço. Um aglomerado é formado por galáxias, gás e matéria escura. “Em alguns pedaços do aglomerado Pandora tem só matéria escura, em outros não tem”, disse Dupke. A distribuição estranha do aglomerado pode revelar, no futuro, novas informações sobre como a matéria escura se comporta e como os vários ingredientes do Universo interagem entre si. Tanto que a Abell 2744 recebeu nome de Pandora, a deusa grega que revela os males da humanidade. Para compreender o que estava a acontecer durante a colisão a equipe precisou mapear as posições dos três tipos de matéria no aglomerado. As galáxias, embora brilhantes, correspondem na realidade a menos que 5% da massa do aglomerado. O resto é gás (cerca de 20%) e matéria escura (cerca de 75%), que é completamente invisível. O aglomerado de Pandora pode ser estudado com mais detalhe do que nunca graças a combinação de dados de telescópios como o Very Large Telescope do Observatório Europeu do SUL (ESO), o telescópio japonês Subaru, o Hubble e o Observatório de Raios X Chandra, da NASA. Os aglomerados de galáxias são as maiores estruturas no cosmos, contendo bilhões de estrelas. O modo como se formam e se desenvolvem através de colisões repetidas tem profundas implicações no conhecimento do Universo. El Gordo: na imagem, uma composição do que seria o maior aglomerado de galáxias longínquo Astrônomos deram o apelido de "El Gordo" ao maior aglomerado de galáxias já observado no universo longínquo. O aglomerado de galáxias extremamente quente e de massa elevada foi descoberto por uma equipe internacional de astrônomos que usaram dados do Very Large Telescope (VLT,) do Observatório Europeu do Sul (ESO), e do telescópio de raio-x Chandra, da Nasa. A equipe, liderada por astrônomos chilenos e da Universidade Rutgers, descobriu "El Gordo" ao detectar uma distorção da radiação cósmica. O brilho tênue seria o resto da primeira radiação vinda do Big Bang, explosão que deu origem do universo, muito densa e extremamente quente há cerca de 13,7 bilhões de anos. Esta radiação que resta do Big Bang interage com os elétrons do gás quente dos aglomerados de galáxias, distorcendo a aparência do brilho de fundo de microondas visto a partir da Terra. Quanto maior e mais denso for o aglomerado, maior será este efeito. “Este aglomerado tem mais massa, é mais quente e emite mais raios-X do que qualquer outro aglomerado encontrado a esta distância ou a distâncias ainda maiores,” disse Felipe Menanteau da Universidade Rutgers, que liderou o estudo apresentado hoje (10) no Encontro da Sociedade Astronômica Americana, realizado em Austin, Texas. O aglomerado é composto por dois sub-aglomerados separados de galáxias em colisão com uma velocidade de vários milhões de quilômetros por hora, e que se encontram tão afastados de nós que a sua luz teve que viajar durante sete bilhões de anos para chegar até à Terra. Os aglomerados de galáxias são os maiores objetos mantidos pela força da gravidade que existem no universo. O processo da sua formação, a partir de grupos de galáxias menores que se fundem, depende da quantidade de matéria escura do universo naquele momento. “Aglomerados de galáxias gigantescos como este são exatamente o que estávamos procurando,” disse o membro da equipe Jack Hughes, da Universidade Rutgers. “Queremos ver se conseguimos compreender como se formam estes objetos tão extremos, utilizando os melhores modelos cosmológicos disponíveis hoje em dia.” Astrônomos descobriram 96 novos aglomerados estelares abertos escondidos pela poeira da Via Láctea O telescópio Vista, do Observatório Europeu do Sul (ESO), captou a imagem de 96 novos aglomerados estelares abertos escondidos pela poeira da Via Láctea. Os pequenos objetos celestes eram invisíveis em rastreamentos anteriores. Esta é a primeira vez que tantos aglomarados pequenos e pouco brilhantes foram encontrados de uma só vez. A maioria das estrelas com mais de metade da massa do Sol se forma em grupos chamados aglomerados abertos. Estes aglomerados são os "tijolos" que formam as galáxias e são essenciais para a formação e evolução de galáxias como a Via Láctea. Porém, os aglomerados são formados em regiões com muita poeira, ficando invisíveis para a maioria dos telescópios. O Vista, maior telescópio de rastreio do mundo, tem detectores infravermelhos muito sensíveis do maior telescópio de rastreio do mundo, que consegue detectar objetos através da poeira. A descoberta foi feita apenas um ano após o início do programa e observação da Via Láctea pelo Vista (VVV). Os resultados serão publicados na revista científica especializada Astronomy & Astrophysics. De acordo com Jura Borissova, autora principal do estudo, a descoberta destaca o potencial do programa de encontrar aglomerados de estrelas. Até agora, apenas 2500 aglomerados abertos foram encontrados na Via Láctea, mas os astrônomos estimam a existência de pelo menos 30 mil escondidos por trás de poeira e gás. “Concentramos a nossa busca na direção de zonas de formação estelar conhecidas. Em regiões que pareciam vazias em rastreamentos anteriores e os detectores infravermelhos do Vista descobriram muitos objetos novos,” disse, Dante Minniti, cientista principal programa. A equipe utilizou um software para remover, nas imagens, as estrelas que apareciam em frente de cada aglomerado e contou seus membros genuínos. Depois deste trabalho, as imagens foram analisadas para se medir o tamanho do aglomerado. “Descobrimos que a maioria dos aglomerados é muito pequena, contendo apenas de 10 a 20 estrelas. Comparados com aglomerados abertos típicos, estes são objetos muito compactos - a poeira que se encontra em frente destes aglomerados faz com que pareçam 10 mil a 100 milhões de vezes menos brilhantes. Não é de se estranhar, que estivessem escondidos,” explica Radostin Kurtev, outro membro da equipe. O estudo afirma que os novos 96 aglomerados abertos podem ser só o início de grandes descobertas. “Começamos agora a utilizar um software mais sofisticado para procurar aglomerados mais velhos e menos concentrados. Estou confiante que muitos outros serão descobertos num futuro próximo,” acrescenta Borissova. O aglomerado de galáxias Abell 383, que concentra a luz de estrelas distantesUsando o poder que a gravidade tem de focalizar a luz das estrelas, astrônomos descobriram uma galáxia distante, cujos astros são os mais antigos já encontrados. O resultado ajuda a entender melhor os estágios iniciais da evolução do cosmo. “Descobrimos uma galáxia distante que começou a formar estrelas apenas 200 milhões de anos após o Big Bang”, a grande explosão que originou o cosmo, explica, por meio de nota, o pesquisador Johan Richard, principal autor do novo estudo. “Isso representa um desafio para as teorias a respeito da formação e evolução das galáxias nos primeiros anos do Universo”. Ainda de acordo com Richard, a descoberta pode ajudar a explicar como a “neblina de hidrogênio” que preenchia o espaço no Universo primitivo acabou se dissipando. A equipe do cientista avistou a galáxia em imagens recentes obtidas pelo Telescópio Espacial Hubble. A descoberta, depois, foi confirmada por outro observatório orbital, o Spitzer, e avaliada pelo Observatório Keck, baseado num vulcão do Havaí. A galáxia distante aparece do outro lado de um aglomerado de galáxias chamado Abell 383, cuja gravidade desvia raios de luz, como uma lente de aumento. O alinhamento casual entre a galáxia, o aglomerado e a Terra amplifica a concentração da luz distante que chega até nós, permitindo as observações. A imagem da galáxia obtida pelos astrônomos é de quando o Universo tinha 950 milhões de anos. Mas ela contém muitas estrelas antigas, que devem ter se formado quando o cosmo tinha apenas 200 milhões de anos. “A galáxia é feita de estrelas surpreendentemente antigas”, disse, também por meio de nota, o coautor Eiichi Egami. A descoberta pode ajudar a explicar como o Universo ficou transparente para a luz ultravioleta durante seu primeiro bilhão de anos – a idade atual do cosmo é estimada em pouco menos de 13 bilhões de anos. Nos primeiros anos do Universo, uma neblina de hidrogênio preenchia o espaço, e esse gás bloqueia a passagem da radiação ultravioleta. Alguma fonte de energia tem de ter afetado o gás, para que ele se tornasse transparente para esse tipo de luz. Estrelas muito antigas, como as recém-descobertas, podem ter desempenhado essa função. A nebulosa planetária NGC 5882, em imagem obtida pelo Telescópio Espacial Hubble A página europeia do Telescópio Espacial Hubble na internet divulgou uma nova imagem da nebulosa planetária NGC 5882, na constelação do Lobo, em comemoração ao fato de o telescópio ter reunido 50.000 "amigos" em seu perfil no Facebook. "Como mensagem de agradecimento pela amizade, a imagem foi produzida especialmente para todos os fãs da ESA e do Hubble no Facebook", diz a nota. A ESA é a Agência Espacial Europeia, que divide com a Nasa a responsabilidade pelo observatório orbital. Nebulosas planetárias nascem da morte de estrelas de porte médio, com até oito vezes a massa do Sol. Quando o suprimento de hidrogênio da estrela se extingue, suas camadas externas se expandem e resfriam, criando um casulo de gás e poeira. Esse gás brilha, à medida em que é banhado pela forte radiação ultravioleta da estrela central. NGC 5882 é uma nebulosa planetária formada por duas regiões distintas: uma casca interna e alongada de gás e uma camada esférica, mais tênue, que a envolve. Mas é a estrela moribunda no núcleo da nebulosa que domina a imagem, brilhando intensamente com uma temperatura de quase 70.000º C na superfície. Em comparação, a superfície do Sol tem uma temperatura de cerca de 5.000º C. 1g A galáxia recém-encontrada, batizada de UDFj-39546824, foi achada em uma minúscula área do céu denominada Campo Ultra Profundo do Hubble Um grupo de astrônomos descobriu a que poderia ser a galáxia mais distante detectada até o momento, situada a cerca de 13,2 bilhões de anos-luz, segundo estudo publicado pela revista científica "Nature". A minúscula mancha de luz, flagrada pelo telescópio orbital Hubble, levou 13,2 bilhões de anos para chegar à Terra, o que significa que a galáxia nasceu cerca de 480 milhões de anos após o "Big Bang" que criou o cosmos.Segundo os cientistas, é provável que haja galáxias mais antigas, mas só serão detectadas com sensores de nova geração a bordo do sucessor do Hubble. "Estamos nos aproximando das primeiras galáxias, que achamos que foram formadas entre 200 e 300 milhões de anos depois do Big Bang", ressaltou Garth Illingworth, professor de astronomia e astrofísica da Universidade da Califórnia e um dos autores do estudo. Em sua pesquisa, Illingworth e Rychard Bouwens, da Universidade de Leiden (Holanda), utilizaram dados reunidos pela câmara Wide Field Camera 3 (WFC3) do Hubble. Com eles, os astrônomos observaram as mudanças que se produziram nas galáxias de 480 a 650 milhões de anos depois do "Big Bang". A equipe observou que a taxa de nascimento das estrelas no universo aumentou cerca de dez vezes durante esse período de 170 milhões de anos, o que Illingworth considerou um "aumento assombroso em um período de tempo tão curto, somente 1% da idade atual do universo". Os astrônomos também registraram mudanças significantes no número de galáxias detectadas. "Nossas buscas anteriores tinham encontrado 47 galáxias quando o universo tinha cerca de 650 milhões de anos", disse Illingworth, quem acrescentou que "o universo está mudando muito rapidamente em um período de tempo muito curto". Por sua vez, Bouwens afirmou que os resultados dos estudos são consistentes com a imagem hierárquica da formação das galáxias, segundo a qual estas cresceram e se uniram sob a influência gravitacional da matéria escura. Para chegar à nova descoberta, os astrônomos calcularam a distância de um objeto no espaço com base em seu "deslocamento rumo ao vermelho", fenômeno que ocorre quando a radiação eletromagnética - normalmente a luz visível - que se emite de um objeto tende ao vermelho no final do espectro. Sua medida é considerada pela comunidade astronômica internacional como o procedimento mais confiável para calcular distâncias espaciais. A galáxia recém-descoberta alcançou um nível provável de "redshift" (desvio rumo ao vermelho) de 10,3 pontos. Os especialistas acrescentaram que a galáxia em questão é pequena se for comparada às enormes já vistas no universo, como a Via Láctea, pelo menos 100 vezes maior. Desvio de vermelho Astrônomos que medem a idade da luz estelar buscam algo chamado desvio do vermelho: quanto mais a luz viaja, mais longo e mais vermelho é o seu comprimento de onda. Assim, uma grande quantidade de desvio para o vermelho indica que o objeto é velho porque a luz que emitiu levou bilhões de anos para atravessar o universo. A galáxia recém-encontrada, batizada de UDFj-39546824, foi achada em uma minúscula área do céu denominada Campo Ultra Profundo do Hubble durante 87 horas de varreduras em 2009 e 2010. Seus descobridores calculam seu desvio para o vermelho em impressionantes 10,3, cifra que a torna muito mais velha do que o registro anterior existente de antiguidade de uma galáxia, de 8,6, anunciada por uma equipe internacional de cientistas em outubro passado. "Este resultado está no limite das nossas capacidades, mas levamos meses fazendo testes para confirmá-lo, portanto agora nos sentimos muito confiantes", declarou Illingworth em um comunicado. Para sua antiguidade, esta remota galáxia é pequena. A nossa Via Láctea, por exemplo, é 100 vezes maior. As observações também encontraram outras três galáxias com desvios para o vermelho superiores a 8,3. Segundo o estudo, colocadas juntas, estas descobertas sugerem que as galáxias passaram por uma mudança dramática entre 480 e 650 milhões de anos, depois do Big Bang. Durante estes 170 milhões de anos, a taxa de nascimento estelar no universo aumentou dez vezes. "Este é um aumento impressionante em um período tão curto, correspondente a apenas 1% da idade atual do universo", destacou Illingworth. As estrelas e as galáxias se multiplicam e isto sustenta teorias de que a formação galáctica é forjada pela atração gravitacional de um elemento ainda pouco conhecido, a matéria negra. As observações foram feitas com a nova Câmera de Campo de Visão Amplo 3, instalada no telescópio Hubble por astronautas da Nasa em missão celebrada em maio passado. A Câmera de Campo de Visão Amplo aumentou em pelo menos 30 vezes a sensibilidade de desvio para o vermelho em comparação com o equipamento anterior do telescópio. Mas um desvio para o vermelho de 10,3 provavelmente está no limite de sua sensibilidade. Para mergulhar ainda mais no tempo, os astrônomos precisarão do Telescópio Espacial James Webb, que a Nasa espera lançar em 2014.

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